 |
A Esco é especializada na fabricação de Bombas Verticais, tipo Turbina, de eixo prolongado, com rotores tipo: Francis, Fluxo Axial, Fluxo Misto e Hélice (propeller).
No Brasil a maioria absoluta de Bombas Verticais é da Marca Esco.
O sucesso da aplicação da Bomba Vertical, tipo turbina, de eixo prolongado, conforme normas da AWWA A-106 / ANSI B 58.1, deu-se no início do século passado nos Estados Unidos quando suas vantagens comparadas às Bombas Horizontais foram assimiladas pelo mercado.
Milhões de KVA estão instalados em todo o mundo, em bombeamento de poços tubulares profundos (semi-artesianos) com a finalidade de propiciar bombeamento de água para saneamento básico e irrigação.
Com a aplicação das Bombas Verticais em captações de outras fontes (rio, lago, represas, mar) que passaram a ser feitas ao longo do tempo, ocorreu a eliminação das construções das Casas de Bombas, exigidas por outros tipos de equipamentos, propiciando diminuição enormes de custos e de tempo entre o inicio do processo e o uso do sistema. Os usuários perceberam as vantagens e que a segurança das bombas Verticais tipo Turbina é total, uma vez independer da variação de nível d’água e da não necessidade de escorva.
|
Tal fato é preponderante em instalações vitais, como no uso nos sistemas de combate a incêndio, abastecimento e saneamento básico, irrigação e drenagem agrícola, entre outras aplicações.
Apesar de seu valor isoladamente ser pouco maior que o das bombas horizontais, com a eliminação das construções dispendiosas das Casas de Bombas, a diferença de custo das obras com bombas Verticais x custo das obras com bombas horizontais em suas configurações, observa-se claramente as vantagens das verticais, quer quanto ao investimento total da obra, quer quanto ao tempo de execução.
Alia-se ao fato que elevados rendimentos hidráulicos e mecânicos concorrem para um custo operacional mais baixo, fator relevante,considerando os custos atuais e cada vez mais elevados da energia de qualquer fonte (elétrica ou derivadas de petróleo).
A prática do uso da Bomba Vertical, no Brasil, teve início com a atividade da Esco.
Hoje os grandes clientes públicos e privados sabem o que comprar.
Você pode e deve economizar. Pense Vertical. Use Vertical. Compre Esco.
Bombas Centrífugas Radiais: Nas bombas centrífugas radiais, toda energia cinética é obtida através do desenvolvimento de forças puramente centrífugas na massa líquida, devido à rotação de um impelidor de características especiais. Bombas desse tipo são empregadas quando se deseja fornecer uma carga elevada de altura manométrica ao fluído e as vazões são relativamente baixas.
A direção de saída do líquido é normal ao eixo e por isso essas bombas são também chamadas de centrífugas puras.
Bombas Centrífugas Tipo Francis: No caso das Bombas Verticais, Tipo Turbina Esco, são utilizados impelidores do tipo Francis, cuja característica principal é que suas palhetas possuem curvaturas em dois planos. Essa particularidade aproxima o desempenho dessa bomba ao de uma bomba de fluxo misto, onde são conseguidas vazões maiores, como veremos a seguir.
Bombas de Fluxo Axial: Nas bombas de fluxo axial, toda energia cinética é transmitida à massa líquida por forças puramente de arrasto. A direção de saída do líquido é paralela ao eixo. Bombas desse tipo são empregadas quando se deseja vazão elevada e as cargas a serem fornecidas ao fluído são pequenas. A aplicação mais comum desse tipo de bombas é em serviços de irrigação. É importante notar que, embora conhecidas como bombas centrífugas, no seu princípio de funcionamento não se constata o efeito de força centrífuga.
Bombas Centrífugas de Fluxo Misto: Na análise das bombas centrífugas puras e das bombas axiais, vimos os dois extremos de forma de transmissão de energia para a massa líquida. As bombas centrífugas mistas fornecem essa energia ao líquido de forma intermediária entre os dois extremos, isto é, parte da energia é fornecida devido à força centrífuga e parte devido à força de arrasto. A composição das duas é o que caracteriza o fluxo misto, com um ângulo de saída, em relação à entrada, entre 90° e 180°.
Fonte: Mattos, E.E. , Falco, R. Bombas Indutriais. Editora Técnica Ltda. RJ 1989.
|